Prefeitura trabalha contra a dignidade e valorização justa dos Servidores de Itapevi. Os números provam!
Margem de R$ 110 milhões e limite folgado da LRF contrastam com silêncio da gestão e supressão de benefícios desde 2018
A Prefeitura de Itapevi tem condições financeiras de conceder um reajuste salarial digno aos seus Servidores, mas opta por não fazê-lo. É o que aponta estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos), encomendado pelo Sindiservita, que revela uma margem de até R$ 110 milhões disponível para investimento na folha de pagamento.
Enquanto a Lei de Responsabilidade Fiscal permite gastos com pessoal de até 51% da receita corrente líquida, o município nunca atingiu sequer 42% – um distanciamento que, na avaliação do Sindicato, abre espaço para pelo menos 10% de reajuste. A situação se agrava com a retirada, desde 2018, da previsão orçamentária dos 5% para reposição salarial, o que evidencia uma escolha deliberada da Administração em desvalorizar quem sustenta os serviços públicos da cidade.
Por trás dos números, há pessoas: Servidores que enfrentam filas, dão atendimento nas escolas, limpam as ruas e cuidam da saúde da população. O Sindiservita tentou sucessivas rodadas de diálogo com a gestão municipal, apresentando dados técnicos e propostas concretas, mas só tem encontrado portas fechadas.
“Não se trata de um pedido sem fundamento. A conta está na mesa, e a lei permite”, comenta nosso presidente Cláudio Fernandes.
O vídeo com a íntegra da análise está disponível logo abaixo, e a categoria já se mobiliza para cobrar, com fatos e sem truculência, o respeito que a função pública exige.

