Servidores realizam manifestação durante o II Encontro de Formação Continuada
Enquanto temos um teco de estrutura, um teco de profissionais, um teco de condições dignas e sobra sobrecarga, o que se oferece é palco, discurso pronto e tentativa de normalizar o inaceitável.
O que aconteceu no dia 28 não foi desrespeito.
Foi resposta.
Silêncio organizado.
Presença consciente.
E, quando necessário, ruptura.
Porque quando não há escuta, a manifestação vira a única linguagem possível.
Nos slides, estão fatos, falas e decisões.
Sem recorte conveniente.
Sem maquiagem institucional.
O que está em jogo não é um evento isolado.
É um modelo de gestão que prioriza aparência, ignora a base e tenta transformar insatisfação em invisibilidade.
E não isso não é contra ninguém.
É a favor de quem sustenta a educação todos os dias.
Se você é servidor, sabe.
Se não é, precisa saber.
Leia até o fim.
Entenda.
E tire suas próprias conclusões.
Porque o silêncio de hoje não foi ausência.
Foi posicionamento.
Lucas Araujo Silva
Monitor de Desenvolvimento Infantil




